A guerra na Faixa de Gaza causou mais de 9.000 mortos e deixou cidades arrasadas. Após o ataque terrorista do Hamas em 7 de outubro, a resposta israelita atingiu proporções genocidas. Em pano de fundo, uma história de mais de cem anos de guerra, opressão e ódio
Derechos humanos
O Secretário-Geral da ONU, António Guterres, condenou os atrozes ataques do Hamas, mas disse que “não surgiram do nada”, o que lhe valeu duras críticas em Israel. No entanto, é essencial contextualizar a tragédia. E aqui vem à mente a palavra apartheid, que deu nome à discriminação da população na África do Sul
O que é que leva milhares de mãos a cometerem o massacre sistemático de um determinado grupo de seres humanos? A resposta é complexa, mas parte de um processo de desumanização das vítimas, que, como a história tem demonstrado repetidamente, é o prelúdio de atrocidades e horrores cada vez maiores.
As entidades sociais reforçam as campanhas de informação e as sessões de sensibilização para que as mulheres conheçam os seus direitos e os programas de emergência a que podem recorrer.
De um ponto de vista biológico, as raças humanas não existem. A cor dos seres humanos actuais é o resultado de uma sequência complexa de acontecimentos biológicos e demográficos. Não há, portanto, qualquer fundamento para invocar a existência de raças. Também não existe qualquer fundamento para justificar outras diferenças
